terça-feira, 26 de setembro de 2017

what if...

 http://www.stern.nyu.edu/programs-admissions/phd/visiting-scholars



 Ps:  mandar proposta última semana de janeiro de 2018. 

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Dica do Safatle e o Giagoia


"Quando a gente diz, nesse nosso tempo é isso, nós só podemos dizer isso, porque a gente já está começando a deixar de ser o que é". 

Não perder de vista a singularidade dos acontecimentos. Tratar militância e ativismo como sinônimo, deixar o caráter de renovação e de produção de diferença contido nesse ato ser aprisionado pelo binômio estéril da polarização enganadora que tomou ruas e praças, reais e virtuais, da terra brasílis é render-se ao medo. É enrigecer o pensamento na tentativa vã de fugir da desteritorialização decorrente do fato de que "o novo sempre vem".


Giacoia - Estilistica da Existência: tomar a vida pra si e reconstruir-se como a mais bela obra de arte, ciente de que onde há poder, há resistência.

 

Safatle: Qual a oferta da esquerda para o mundo hoje?




Um achado extra para ajudar a pensar o todo da obra


domingo, 17 de setembro de 2017

(Re)definições




  Cinco ensaios sobre ação coletiva e subjetividade.

André Luis Leite de Figueirêdo Sales


Introdução: O que está acontecendo na rua?
  1. Para (re) colocar o problema da ação coletiva no Brasil.
  2. Militância e ativismo entre repertórios, estratégias e instituições.
  3. Três pontos de ancoragem para a subjetivação militante.
  4. Afinidade, cooperação e autonomia como diretrizes  para a (in)ação ativista.
  5. Ativistas e militantes: considerações afetivas.


Caracterizar “ativismo” e “militância”, através de análise dos materiais teóricos produzidos por núcleos de pesquisa dedicados ao tema, como estratégias de ação coletiva para produção de interferência nas normatividades vigentes, afim  de  identificar  pontos de ancoragem dessas estratégias e ponderar sobre o efeito que estes exercem na construção dos modos de subjetivação de militantes e ativistas.

Para tanto, realizaremos o seguinte trajeto: a) analisar como as transformações macrossociais têm afetado os modos de composição e organização das estratégias de ação coletiva;  b) propor um modelo teórico, amparado nas premissas do Movimento Institucionalista francês, em conceitos sociológios sobre  ação colteiva e na Psicologia Social Institucionalista brasileira,  para acompanhar o processo através do qual ativismo e militância podem emoldurar a produção de subjetividade de militantes e ativistas; c) mapear, por entre documentos, ideias, histórias, conceitos e modelos,  pistas sobre os modos de subjetivação derivados de cada uma das estratégias estudadas d) ponderar, através das investigações e estudos realizados por grupos de pesquisa dedicados ao campo da ação coletiva e do modelo teórico desenvolvido, sobre as disposições afetivas predominantes em militantes e ativistas.

ps: Estratégias de ação coletiva para produção de interferência na normatividades vigentes (Sales, Brooklyn, 2017).


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Ideias interessante e uma sugestão de livros pertinente



Žižek crítico: política e psicanálise na era do multiculturalismo
Livro por Christian Dunker e José Luiz Aidar Prado

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Começando a pensar em 2018


Conselho




 Meta



Ponderação Razoável



Mesmo que no caso brasileiro a distinção entre as estratégias seja feita pelas palavras miltância e ativismo, talvez seja possível tratar - para pensar o caráter mundial da idéia - a distinção entre as estratégias com as palavras militância e autonimismo.  Nesse sentido, valeria pensar uma revisão sistemática de literatura norte americana para avaliar os usos e os sentidos atribuídos a palavra militância aqui. Para isso, eu poderia usar um programa de computador que produzisse, partindo da análise dos resumos onde essas palavras aparecem, um agrupamento de sentidos, uma núvem de palavras ou algo que o valha. James e Gu podem me ajudar a avaliar se isso faz sentido.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

A afetividade ativista e a militante como produtos de diferentes molduras

O artigo ensaio final da tese - versão cinco ensaios - pode ser feito através do recurso a relação explicita entre framing process, path dependecy e a  afetividade em Spinoza.
ps:intuição razoável fruto de música barulhenta, pensamentos sobre o quão NYC tem me mostrado quão grande é o mundo e muito açucar daquele bolo de cenoura duvidoso.
pss: o material que eu estava lendo e que me deu essa ideia foi Pinard, M. (2011).Motivational dimensions in social movements and contentious collective action.

pss: Barbalet, J.M. 1992 - A macro Sociology of Emotion: Class Ressentment - Social Theory 10:150-163.
Barbalet, J.M - Emocion, Social Theory and Social Structure: A Macrossociological Approuch. Cambrige, Cambridge University Press.
Jasper, James M - The Emotion of Protest: Affective and Reative Emotion in and Around Social Movements. Sociological Forum 13: 397-512.