terça-feira, 8 de setembro de 2015

Quem tem título tem tudo?



Um título, quando bem construído pode ser uma síntese de um caminho percorrido, ou a condensação de um bloco de ideias das quais se quer falar. Minha tendência a dispersão tem sido combatida com tentativas de molduras, de formas que, não sendo fôrmas, me ajude a construir a sustentação de um projeto de tese viável e financiável pela FAPESP.
Nesse caminho, achei um pedaço que vai me ajudar a justificar a função e a necessidade deste espaço no percurso de construção da tese.
“Tudo se passa como se os textos periféricos fossem ao mesmo tempo o laboratório dos livros – lugar onde os temas de pesquisa se desenham, onde os conceitos se forjam, (Frederic goes, foucault, a coragem da verdade, p 71, parábola, 2004).

Quero usar esse diário público como palco de experimentações, espaço aberto para construção de pensamentos, para ir rascunhando, desenhando, forjando caminhos. Faço dele espaço público para tentar manter me aberto a ventura do acaso. Quem sabe algum navegador dos sete mares virtuais esbarra nele aporta aqui algo que potencializa, revitaliza, inviabiliza, ou mesmo esteriliza o curso da minha ação?

Ando mesmo disperso, não é? Esse post devia ter falado do título. Já volto. Preciso ainda elaborar um pouquinho o fato de que disperso e movente fazem parte do que há de melhor e pior em mim. Vou parar. Vamos ao título, na verdade estou entre dois:

Entre a miliância, o involucramiento e o politcal actvism – uma análise das diferentes estratégia de engajamento(?) dos sujeitos algumas causas

Entre a militância, o involucramiento e o politica actvism – uma análise das diferentes estratégias de casamento entre sujeito e causas;

Nenhum comentário:

Postar um comentário