Novo título -
A rua invadiu a sala: como as formas de ação coletiva na cena pública brasileira interrogam os estudos sobre ações coletivas?
A rua invadiu a escola : como ler as modificações na ação coletiva depois de junho de 2013?
CONTAR A HISTÓRIA DA DISPUTA EM NOME DOS PROTESTOS CONTRA O IMPEACHMENT?
lute como uma menina - documentário e também material empírico?
A rua transbordou o laboratório: o que não vimos ao estudar as manifestações de junho de 2018
A r
JANE - USAR OS DADOS EMPIRICOS PARA INTERROGAR AS TEORIAS
GERAL - APRESENTE UM CASO E NOS DIGA COMO OS CONCEITOS QUE VOCÊ USA AJUDA A ENTENDER ELE
DICA PARA OS ENSAIOS - TODOS DEVEM COMEÇAR TRAZENDO UM EXPEMPLO
Cartografar é acompanhar movimentos e processos. Para tanto, usa o diário de campo como ferramenta capaz de ajudar o sujeito pesquisador a reler sua própria atividade - que aqui é pensado tanto como um campo específico, nos quais as atividades específicas da pesquisa se desenvolvem, quanto no campo da vida onde a vida e o conhecimento se processam.
segunda-feira, 25 de dezembro de 2017
Qualificação?
Prof. Ricardo Fabrino Mendonça - http://lattes.cnpq.br/2011077236634286
Transformações do ativismo no Brasil: junho de 2013 em perspectiva comparada (2016-Atual)
Projetos e afins
Texto importante do Rapaz - Singularidade e identidade nas manifestações de 2013.
Transformações do ativismo no Brasil: junho de 2013 em perspectiva comparada (2016-Atual)
Projetos e afins
Texto importante do Rapaz - Singularidade e identidade nas manifestações de 2013.
domingo, 3 de dezembro de 2017
Activism Hypothesis Fall 2017
Regarding the relations between Anarchism and activism in Brazil, and also trying to develop my argument in a similar frame as the one I used about militants subjectivity. I was thinking about these anarchist principles as anchor points: Federalism to govern, Cooperativism to produce, and Surrealism in the arts.
sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
Anomalias Holandesas - why not?
Jan Willem Duyvendak
The Netherlands Institute for Advanced Study in the Humanities and Social Sciences (NIAS-KNAW
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
Seminário Sociologia, Política e História - USP
O que está acontecendo lá fora?Cinco ensaios sobre ação coletiva e subjetividade.
André Luis Leite de Figueirêdo Sales
Universidade Estadual Paulista
Caracterizar “ativismo” e “militância”, através de análise dos materiais teóricos, como estratégias de ação coletiva para produção de interferência nas normatividades vigentes, afim de identificar pontos de ancoragem dessas estratégias e ponderar sobre o efeito que estes exercem na construção dos modos de subjetivação de militantes e ativistas. Para tanto, realizaremos o seguinte trajeto:
- a) analisar como as transformações macrossociais têm afetado os modos de composição e organização das estratégias de ação coletiva;
- b) propor um modelo teórico, amparado nas premissas do Movimento Institucionalista francês, em conceitos sociológios sobre ação colteiva e na Psicologia Social Institucionalista brasileira, para acompanhar o processo através do qual ativismo e militância podem emoldurar a produção de subjetividade de militantes e ativistas;
- c) mapear, por entre documentos, ideias, histórias, conceitos e modelos, pistas sobre os modos de subjetivação derivados das duas estratégias estudadas
- d) ponderar, através das investigações e estudos realizados por grupos de pesquisa dedicados ao campo da ação coletiva e do modelo teórico desenvolvido, sobre as disposições afetivas predominantes em militantes e ativistas.
Estrutura da Tese
Introdução: A rua invadiu a sala
Para (re) colocar o problema da ação coletiva no Brasil.
Militância e ativismo entre repertórios, estratégias e instituições.
Três pontos de ancoragem para a subjetivação militante.
Afinidade, particupação e autonomia como diretrizes para a (in)ação ativista.
Ativistas e militantes: considerações afetivas.
Aspectos Metodológicos
Estudo teórico empiricamente orientado
Debate com grupos de pesquisa como estratégia metodológica para qualificação das hipóteses
Ensaio como método
Militância e ativismo entre repertórios, estratégias e instituições.
Três pontos de ancoragem para a subjetivação militante.
Afinidade, particupação e autonomia como diretrizes para a (in)ação ativista.
Ativistas e militantes: considerações afetivas.
Aspectos Metodológicos
Estudo teórico empiricamente orientado
Debate com grupos de pesquisa como estratégia metodológica para qualificação das hipóteses
Ensaio como método
Hipótese 0
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Militância |
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Ativismo |
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Hipótese 01
|
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Repertório |
Estratégia |
Instituição |
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Militância |
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|
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|
Ativismos |
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|
|
Hipótese 02
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Instituição |
Repertório |
Estratégia |
Dispositivo |
Tática
|
Subjetivação |
|
Militância |
Socialista |
Comunista |
Partido, Diretório |
Conscientização
|
Ressentida |
|
Ativismo |
Autonomista |
Anarquistas |
Rede, Coletivo |
Afinidade
|
Conectada |
Tabela 03
|
Instituição |
Repertório |
Estratégia |
Dispositivo |
Tática
|
Subjetivação |
|
Militância
|
Socialista
|
Revolucionária
|
Partido, Diretório
|
Conscientização/ Hegemonia
|
Ressentida
|
|
Ativismo
|
Anarquista
|
Inssureicional
|
Rede, Coletivo
|
Afinidade / Empatia
|
Conectada
|
Tabela 04
|
Instituição
|
Estratégia
|
Subjetivação
|
|
Militância
|
Revolucionária
|
Ressentida
|
|
Ativismo
|
Insurreicional
|
Reconectada
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